Quando alguém fala nas “elites” , genericamente refere-se a um pequeno grupo de indivíduos ricos e poderosos que operam além fronteiras. Por via de várias organizações, esses indivíduos não eleitos reúnem-se de forma semi-sigilosa para definir e decidir que políticas desejam ver aplicadas a nível global, daí serem comumente referidos como “globalistas”.

O World Economic Forum (WEF) é o epicentro de tudo isto. De facto, por intermédio das suas reuniões anuais em Davos, o WEF tenta legitimar e normalizar a sua influência nas nações democráticas do mundo, tendo para isso um painel de líderes mundiais que marcam presença ativa no evento anual.

Uma breve visualização dos participantes destas reuniões demonstram o nível de influencia e alcance da organização. Os maiores nomes dos media, política, negócios, ciência, tecnologia e alta finança estão largamente representados no WEF.

De acordo com a comunicação social, as reuniões de Davos reúnem um conjunto de pessoas para discutir questões como “desigualdades, alterações climáticas, cooperação internacional, etc.”. Esta descrição vaga e simplista parece feita de modo a causar tédio e desinteresse ao cidadão comum. Porém, os temas do WEF vão muito além da “desigualdade”. Ao longo dos anos, várias foram as figuras presentes no WEF que fizeram afirmações altamente perturbadoras, no entanto, nenhuma das quais atraiu a devida atenção dos media. De facto, quando se junta os tópicos advogados no WEF, surge um tema transversal e abrangente: o controlo global, usando para isso os media, a ciência e tecnologia enquanto reformulam as democracias de forma a criar um governo global.

Se isto parece uma mera teoria da conspiração absurda, sugiro que continue a ler enquanto são enumeradas as 10 coisas mais distópicas promovidas pelo WEF até ao momento. Esta lista não está classificada em nenhuma ordem específica, pois cada uma delas é igualmente insana:

 

10 – Penetrar governos

O understatement que se pode fazer sobre Klaus Schwab, fundador e principal figura do WEF, é que este não é fã da democracia. Em boa verdade, Schwab tem uma percepção da democracia como um obstáculo para um mundo totalmente globalizado. No relatório de 2010 do WEF, intitulado “Global Redesign, Schwab postula que um mundo globalizado é melhor administrado através de uma coligação “auto-selecionada” de empresas multinacionais, governos (inclusive através do sistema da ONU) e organizações da sociedade civil escolhidas. Isto é obviamente o oposto da natureza da democracia. A argumentação por ele feita, é de que os governos não são mais “os actores predominantemente dominantes no cenário mundial” e que “ chegou a hora de um novo paradigma de governança internacional de stakeholders”. Por essa razão, o Transnational Institute (TNI) descreveu o WEF como “um golpe de estado global silenciosopara capturar a governança mundial.

Em 2017, na Harvard´s John F. Kennedy School of Government, Schwab chegou a admitir descaradamente, aquilo que tem vindo a ser continuamente descartado como uma mera “teoria da conspiração” pelos mainstream media, afirmando perentoriamente às claras : “O WEF está “penetrando” os governos à volta do mundo”.

Schwab disse:

 

“I have to say, when I mention now names, like Mrs. (Angela) Merkel and even Vladimir Putin, and so on, they all have been Young Global Leaders of the World Economic Forum. But what we are very proud of now is the young generation, like Prime Minister [Justin] Trudeau, the President of Argentina and so on.

We penetrate the cabinets. So yesterday I was at a reception for Prime Minister Trudeau and I know that half of his cabinet, or even more than half of his cabinet, are actually Young Global Leaders of the World Economic Forum. (…) It’s true in Argentina and it’s true in France, with the President – a Young Global Leader.”

Nesta conversa impressionante, Schwab declarou que Angela Merkel, Putin, Trudeau e Macron foram “preparados” pelo WEF. Schwab ainda acrescenta que pelo menos metade do gabiente do Canadá é composto por representantes que promovem a agenda do WEF. Isto não se trata de uma teoria da conspiração mas da realidade confirmada pelo próprio chefe do WEF.

9. Contolar mentes usando ondas sonoras

Em 2018, um dos tópicos de discussão no WEF foi “Mind Control Using Sound Waves”

Parece ficção científica rebuscada em tom sensacionalista, mas foram exatamente as palavras utilizadas pelo WEF:

 

 

No artigo em questão, a tecnologia é apontada como um possível tratamento para as doenças de Parkinson e Alzheimer. Porém, o artigo também afirma: “It can cure you, it can get you addicted and it can kill you” ; “pode curar-lo, deixa-lo viciado e matá-lo”; Pode também ser usado para controlar completamente a mente de uma pessoa remotamente. O artigo afirma:

“I can see the day coming where a scientist will be able to control what a person sees in their mind’s eye, by sending the right waves to the right place in their brain. My guess is that most objections will be similar to those we hear today about subliminal messages in advertisements, only much more vehement.

This technology is not without its risks of misuse. It could be a revolutionary healthcare technology for the sick, or a perfect controlling tool with which the ruthless control the weak. This time though, the control would be literal.”

 

A conclusão do artigo: Ninguém pode parar os cientistas de desenvolver esta tecnologia. De forma a prevenir o uso indevido desta tecnologia, ela deveria ser regulado por organizações como… o WEF. Algo conveniente porque muitas das empresas capazes de desenvolver esta tecnologia pertencem ao WEF. Dá para perceber onde é que isto vai dar?!

8 – Comprimidos que contêm microships

 

Mais uma vez, parece uma teoria da conspiração rebuscada e improvável, redigida por mero sensacionalismo; não o é. No vídeo abaixo da reunião do WEF de 2018, podemos verificar Albert Bourla, CEO da Pfizer, a falar sobre comprimidos aprovados pela FDA que contêm microchips.

Bourla afirmou:

 

FDA approved the first ‘electronic pill’, if I can call it like that. It is basically a biological chip that is in the tablet and, once you take the tablet, and it disolves into your stomach, it sends a signal that you took the tablet. So imagine the applications of that, the compliance. The insurance companies would know that the medicines that patients should take, they do take them. It is fascinating what happens in this field.”

É realmente fascinante? Ou totalmente distópico? Como o próprio Bourla disse: “Imagine the compliance”. Esse tipo de tecnologia poderia facilmente abrir as portas para todos os tipos de aplicações nefastas. Desde então, o COVID colocou a Pfizer numa posição de poder e falta de escrutínio nunca antes vista para uma empresa farmacêutica.

Assim como a Pfizer, o WEF também tem usado o COVID para promover sua agenda.

7 – Louvar os confinamentos em massa

Em 2020 e 2021, várias cidades à volta do mundo foram submetidas a bloqueios maciços e drásticos, causando perda de empregos, suicídios, overdoses de drogas, isolamento, problemas de saúde mental, violência doméstica, falências e aumento de sem abrigo. Durante esse período horrível, as crianças não puderam frequentar a escola por meses e foram essencialmente impedidas de interagir com outras crianças. Uma enorme quantidade de pequenas e médias empresas foram destruídas enquanto as grandes multinacionais cresceram. Apesar de tudo isso, o WEF não conseguiu esconder seu encanto por bloqueios drásticos que destruíram tantas vidas. Tendo deste modo lançado um vídeo surreal intitulado: “Lockdowns are quietly improving cities around the world”.”. Aqui está um excerto dessa insanidade completa.

O vídeo afirma num tom de claro regozijo que: “os bloqueios reduziram significativamente a atividade humana … levando ao período mais silencioso da Terra em décadas”, enquanto mostra imagens distópicas de cidades vazias e aviões presos ao solo. Ignorando completamente o imenso sofrimento humano causado por esses bloqueios, o WEF considerou que tudo valeu a pena porque: “as emissões de carbono caíram 7% em 2020”.

Quando isto foi publicado pela primeira vez, gerou uma onda de indignação levando então o WEF a apagar o vídeo acima e postar este tweet “justificativo”:

Como pode ver, apesar de ter apagado o vídeo, o WEF continuou a elogiar os bloqueios. Isso porque o WEF adoraria ver a vida do dito “novo normal pós-covid” tornar-se permanente.

6 – “Dê uma espreitadela no Futuro”

A avaliar pelos comentários no youtube e redes sociais, as pessoas no geral odeiam os vídeos criados pelo WEF. Porém estes continuam a ser publicados, porque a elite globalista não quer saber o que o cidadão comum pensa. Apenas querem plantar a semente da insanidade distópica na cabeça das pessoas. Num vídeo intitulado “How our lives could soon look”, o WEF convida as pessoas a “dar uma espreitadela no futuro” – “take a peek at the future”; E o futuro, diga-se, é sombrio. Trata-se de tornar a “vida COVID” permanente.

O vídeo em questão, cheio de pessoas mascaradas e QR codes, é o futuro que os globalistas do WEF querem. Há ainda esta pérola de insanidade:

O vídeo orgulhosamente afirma que:

“a NASA inventou um sistema capaz de o identificar através do seu batimento cardíaco usando um laser – “NASA has invented a system that can ID you from your heartbeat using a laser.” 

Como se não chegasse o vídeo mostra algumas crianças fechadas em casa em sistema de “tele-escola”. O vídeo acaba com pessoas a circular na rua com máscaras postas feitas hipocondríacas.

 

 

5 Imposição do “Great Reset”

Conforme dito anteriormente, o WEF vê a pandemia como uma “oportunidade”. Não apenas uma oportunidade para redesenhar a nossa existência pessoal mas restruturar toda a estrutura mundial conforme os seus princípios. O WEF apelida esta oportunidade de “Great Reset”. De forma a promover este “Reset” (que a generalidade da população não quer) o WEF lançou um vídeo de propaganda (a definição de propaganda encaixa como uma luva). Aqui está a insanidade propagandeada na íntegra:

Quando era ainda possível deixar comentários nos vídeos do WEF, em 2021, podia-se ver na sua esmagadora maioria comentários em reprovação da propaganda, aqui ficam um “screenshot” do top de comentários no vídeo:

Este pequeno vídeo contêm uma grande quantidade de mensagens subversivas. Chegando a ridicularizar as malfadadas “teorias da conspiração” enquanto, por sua vez, as confirma.


O vídeo chega a anunciar a “morte do capitalismo”:

Enquanto o capitalismo é baseado no princípio auto regulador da oferta e da procura, o “Great Reset” procura redefinir a forma como os negócios são avaliados de acordo com novos parâmetros; O principal sendo: Aquiescer às agendas políticas e sociais das elites.

Mais perto do final, o narrador proclama a seguinte frase enigmática:

“And that’s all about getting the right people in the right place at the right time”.

Apesar do o vídeo não explicitar o significado prático desta frase em situações quotidianas, as suas implicações são arrepiantes. Em vez de permitir que indivíduos e negócios bem sucedidos crescam organicamente, o sistema da elite interferirá de forma a colocar “as pessoas certas no lugar certo na altura certa” – “get the right people at the right place at the right time”, em conformidade com a sua agenda. Por outras palavras, o sistema será manipulado de forma a ficar em conformidade com uma ampla agenda que será obrigatória no “novo sistema económico”.

O vídeo acaba com um apelo aos visualizadores do vídeo a envolverem-se na agenda.  Porém, este convite é meramente retórico, já que os convites a participar no WEF são restritos às elites globalistas. E por falar em restrição, uma das coisas que esta elite procura é “recalibrar a liberdade de expressão, o que nos leva ao ponto 4.

  1. “Recalibrar” a liberdade de expressão

Uma forma fácil de identificar líderes mundiais que estão condicionados pelo WEF é através da sua procura incessante de limitar a liberdade de expressão. Estes não só a desprezam como estão constantemente a clamar por uma “regulação da internet” que nada mais significa do que censura. Na  reunião de Davos deste ano, Julie Inman Grant, “comissária australiana da segurança online” afirmou sem qualquer pudor que é necessária uma “recalibração da liberdade de expressão” “we need a “recalibration of free speech”.

Transcrevendo as palavras da burocrata australiana:

 “We are finding ourselves in a place where we have increasing polarization everywhere and everything feels binary when it doesn’t need to be. So I think we’re going to have to think about a recalibration of a whole range of human rights that are playing out online. You know, from freedom of speech to the freedom to be free from online violence.”

“Estamos numa fase onde existe uma polarização crescente em todo o lado e onde tudo parece meramente binário quando não tem que o ser. Então temos de pensar numa recalibração abrangente dos direitos humanos que existem online. Desde liberdade de expressão à liberdade a estar livre de “violência online”

Julie Grant, essencialmente está a fazer a apologia da censura; para isso chega a anunciar que a “liberade de expressão” enquanto direito humano deve ser recalibrado, usando para isso a violência online como pretexto para a censura. Para isso seria necessário primeiro que existisse sequer o conceito de “violência online”. Uma forma de justificar um estilo de censura do género da existente na China é através de pretextos benevolentes e manipuladores, neste caso ao equivaler o uso de palavras e/ou discurso (ofensivas ou não) à violência.

A liberdade de expressão é de facto binária, na medida em que ou existe  ou não existe. E a elite claramente não quer que ela exista pois trata-se de mais um obstáculo à sua agenda.

 

3 Localização das suas roupas

O WEF quer poder controlar as suas roupas; tendo feito um vídeo sobre isso mesmo. Já aqui se mencionou o facto de a generalidade da população odiar os vídeos do WEF! Aqui ficam mais um que gerou grande celeuma.

Ao usar o ambientalismo como desculpa (algo habitual), o WEF anunciou que o futuro do uso de vestuário passa por tê-lo conectado a “passaportes digitais” que podem ser localizados em qualquer altura. Apoiado pela Microsoft (claro), estas vestimentas aparentemente chegarão ao mercado em 2025.

 

De acordo com o WEF, estes chips permitirão as marcas de roupa revender as suas peças de roupa. Não faço ideia como é que isto funcionará; de todo o modo o vídeo faz questão de não mencionar como isto seria uma excelente forma de localizar quem abdicasse de usar os seus smartphones. Porém escolher abdicar de usar o “smartphone” será algo que se tornará impossível, o que nos leva para o próximo ponto distópico.

 

2 “Smartphones farão parte do seu corpo a partir de 2030”

 

Na reunião deste ano em Davos, o CEO da Nokia – Pekka Lundmark afirmou que em 2030, “os smartphones serão implantados diretamente no corpo” –“by 2030 smartphones will be implanted directly into the body.” Isto levaria ao surgimento da tecnologia 6G, que se espera ser lancada no início da próxima década.

Durante anos, tem sido anunciado o plano das elites para a implementação de uma agenda transhumanista, que é nada mais do que a fusão de humanos com máquinas. Esta agenda tem sido acelerada pela elite globalista e imposta de forma a disponibilizar coisas com as quais as pessoas não conseguem abdicar de viver (smartphones) de forma transhumanista.

Nota um padrão de inquietude de inserir coisas nos corpos das pessoas?

1 “Não terás nada e serás feliz.”

Provavelmente o momento mais distópico na história do WEF. Em 2016, Ida Auken, Membro do parlamento da Dinamarca disse o seguinte:


“Welcome to 2030. I own nothing, have no privacy, and life has never been better”. – “Bem vindo a 2030. Não possuo nada, não tenho qualquer privacidade e a vida nunca foi melhor”

 

O WEF adorou esta declração tanto que fizeram um tweet a reproduzi-la.


O WEF também fez um vídeo (que generou um enorme backlash) entitulado “8 Predictions for the World in 2030” – “8 previsões para o mundo em 2030”.

Aqui fica um screenshot:

Um artigo no site do WEF’s explica:

“I don’t own anything. I don’t own a car. I don’t own a house. I don’t own any appliances or any clothes,” writes Danish MP Ida Auken. Shopping is a distant memory in the city of 2030, whose inhabitants have cracked clean energy and borrow what they need on demand. It sounds utopian, until she mentions that her every move is tracked and outside the city live swathes of discontents, the ultimate vision of a society split in two.

Neste futuro distópico, não existirão produtos que sejam propriedade privada. Apenas “serviços” que são “arrendados” e entregues via drones. Este sistema tornaria todas as pessoas dependentes de empresas controladas pelo WEF para qualquer necessidade básica. Não haveria qualquer autonomia, liberdade ou privacidade e serás , segundo a premonição do WEF, feliz.

 

Menção Honrosa: Rastreador de pegada de carbono individual

Na reunião deste ano, o presidente do grupo Alibaba, J. Michael Evans, anunciou o desenvolvimento de um rastreador individual de pegada de carbono

Mais uma vez, o WEF usa o ambientalismo como pretexto para promover a micro gestão e controlo do comportamento humano. Michael Evans afirma que o rastreador poderá monitorizar:

 “para onde as pessoas viajam, como viajam, o que comem e o que consomem na plataforma”  –  “where they’re traveling, how they’re traveling, what are they’re eating and what are they consuming on the platform”.

Repare que o tempo verbal utilizado é “eles” – “they” e não “nós” – “we” porque obviamente que ele não tenciona usar semelhante ferramenta.

Em suma:

Ao rever esta lista dois temas em comum tornam-se evidentes: O primeiro é “penetração”. O WEF quer penetrar governos usando para isso o seus “Global Leaders”. Quer “penetrar” os nossos corpos através de medicamentos, terapias, microships, vacinas etc. Penetrar as nossas mentes utilizando ondas sonoras, censura e propaganda.

Outro termo é “controlo”. Querem controlar o que pensamos, onde vamos, o que dizemos, o que comemos, o que usamos.
Sabe quem mais está alinhado com o WEF? A China. Lá a censura é transversal, o sistema de crédito social controla os comportamentos das pessoas e o COVID ainda é usado como desculpa para os confinamentos em massa, abusos e total controlo populacional. Já para não mencionar os campos de concentração existentes. Apesar disto tudo, os oficiais do governo chinês são constantemente apresentados nas reuniões do WEF onde lhes é estendida a passadeira vermelha. Porquê? Porque a China é essencialmente o laboratório para as políticas do WEF.

Posto isto, como é que se pode contra-atacar a insanidade do WEF? Como se pode expulsa-los das esferas de influência política e social quando nunca sequer foram votados para nelas estar? O primeiro passo passa por eleger representantes políticos que não queiram qualquer espécie de envolvimento com o WEF. Se os nossos representantes políticos tratassem o WEF como a organização nociva e ilegítima que é, a sua esfera de influência seria largamente reduzida. 

Um segundo passo seria fazer um boicote a todas as empresas pertencentes ao WEF ou que se submetem à sua agenda. Naturalmente, isto é mais fácil dizer do que fazer já que muitas destas empresas que pertencem ao WEF são verdadeiros monopólios. No entanto, se pararmos de gastar dinheiro nelas, estas ficarão limitadas de usá-lo para infernizar as nossas vidas e limitar as nossas liberdades. Deste modo, eles não terão nada e serão felizes.

 

Nota: O presente artigo foi traduzido, transcrito e adaptado a partir do artigo original presente no site “zerohedge.com”, o artigo original também poderá ser encontrado em vigilantcitizen.com

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